As pessoas preferem itens de qualidade e não consideram apenas o preço

 

Estamos vivendo um momento em que a população não pensa apenas em consumir, mas sabe, também, a importância de preservar a natureza, a própria saúde e de encontrar produtos/serviços que tenham os mesmos valores e forma de ver o mundo.

 

Claro, que esse entendimento não surgiu sozinho: há alguns anos a divulgação era feita num famoso “compre meu produto porque sou melhor”. Agora, isso mudou e o trabalho das empresas na entrega de um produto de maior qualidade e o uso do marketing consciente contribuiu bastante.

 

Além da preocupação com o meio ambiente, vemos que a saúde vem sendo colocada como prioridade. Consumidores querem saber, antes de levar para casa, se aquele item é realmente benéfico. A compra é totalmente consciente, com um cliente que quer conhecer melhor determinada marca.

O que é o marketing consciente?

Já faz algum tempo que divulgar um produto ou serviço apenas com o intuito de vender não é visto com bons olhos pelas pessoas. Hoje, elas querem adquirir itens de marcas com as quais se identificam.

 

Assim, quando uma empresa vai promover suas novidades, precisa ser sincera com seus consumidores. O que tem feito para ajudar a natureza? Seu item é saudável? É importante ser honesto e não mentir.

 

Não importa qual seja o serviço, ou produto, sempre existirá alguém que se identifica. Quando a marca é sincera sobre quem é e o que faz, o marketing consciente acontece quase que naturalmente, sem forçar a venda e sem mentir para conquistar novos clientes.

 

Então, o marketing consciente nada mais é do que a venda de um produto ou serviço que acontece de forma natural, pois o consumidor se identifica com as características da marca e do que é vendido.

O que mudou para as empresas?

As empresas precisaram aderir ao marketing consciente e aprenderam a falar sobre si mesmas como se fossem uma pessoa. Hoje, suas mercadorias são vendidas porque defendem um posicionamento.

 

Como cada pessoa tem seus valores e crenças, procura apoiar empresas que seguem a mesma ideia. Então, foi necessário parar de apenas dizer: “tenho um produto, ele custa “X”, compre!” e passar a explicar: “sou a empresa Y, acredito em determinados valores e meu produto resolve o problema Z.”.

 

O consumidor também ficou mais esperto e não se deixa levar por qualquer propaganda. Além de defender um posicionamento, a empresa precisa mostrar porque o segue. Aquelas que defendem as causas ambientais e pensam em produtos ou serviços que não prejudicam a saúde também acabam saindo na frente.

 

Resumidamente, a forma como um produto ou serviço é vendido mudou. Preço não é o único fator considerado. As pessoas querem algo que agregue valor e, de alguma maneira, as represente.

O que mudou para o consumidor?

Para o consumidor, a mudança é ainda mais positiva. As pessoas estão mais atentas àquilo que chega ao mercado e investigam sobre as empresas envolvidas em uma novidade.

 

Isso significa que temos um cliente mais exigente, que demanda qualidade acima de preço. E quando a empresa está envolvida em uma causa social, ou ambiental, se torna ainda mais atrativa.

 

Se antes a compra acontecia por impulso, devido a uma propaganda que, indiretamente, influenciava o consumidor a fazer isso, agora, todo o processo é pensado com calma. A primeira pergunta que uma pessoa se faz é: será que esse produto ou serviço é feito realmente para mim?

 

Assim, se existe essa pausa para pesquisar e pensar, já temos o consumo consciente acontecendo. Se a empresa que está tentando vender não trabalha com o marketing consciente, corre o risco de perder esse cliente, mesmo que o produto/serviço custe menos.

 

 

O marketing consciente tende a continuar em alta por um longo tempo. O novo consumidor quer marcas que o representam, e não apenas adquirir um produto ou serviço. Por isso, é tão importante trabalhar essa nova forma de divulgação e venda.